Rio Branco, Acre - segunda-feira, 07 setembro, 2026

Zé Filho defende incentivo à produção e segurança alimentar em aldeias indígenas do Acre

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Candidato propõe apoio a atividades produtivas para ampliar a oferta de alimentos dentro das próprias comunidades

O candidato a deputado estadual Zé Filho (Novo) defende a criação de políticas de incentivo à produção de alimentos nas aldeias indígenas do Acre, com apoio a atividades produtivas que respeitem a realidade, a cultura e as características de cada comunidade.

A proposta tem como foco fortalecer a segurança alimentar e criar condições para que as famílias indígenas interessadas em produzir tenham acesso aos meios necessários para desenvolver suas próprias atividades.

“Até os nossos indígenas querem produzir. É esse o nosso compromisso como deputado: apoiar cadeias produtivas para a segurança alimentar nas aldeias”, afirmou Zé Filho.

Para o candidato, o incentivo precisa considerar as potencialidades de cada território e partir das próprias demandas das comunidades, evitando a adoção de modelos de produção que desconsiderem seus costumes e formas de organização.

Zé Filho avalia que ampliar a produção local também pode reduzir a dependência de alimentos levados de outras regiões, especialmente em comunidades mais distantes dos centros urbanos, onde as dificuldades de acesso tornam o abastecimento mais complexo.

A proposta defendida pelo candidato prevê uma atuação integrada do poder público para identificar as atividades com maior potencial em cada região e apoiar iniciativas capazes de garantir alimento para as famílias e, quando houver excedente, possibilitar a geração de renda.

“Não é levar uma solução pronta para dentro de uma aldeia. É ouvir cada comunidade, entender o que ela quer produzir e ajudar a transformar essa vontade em oportunidade. Segurança alimentar também passa por dar condições para que as pessoas possam produzir”, destacou.

Para Zé Filho, políticas voltadas aos povos indígenas devem avançar também na criação de oportunidades econômicas, sem deixar de respeitar a autonomia das comunidades, seus territórios e modos de vida.

“Nosso compromisso é apoiar quem quer trabalhar e produzir, respeitando as diferenças e a realidade de cada comunidade. Queremos contribuir para que esse desenvolvimento também chegue às aldeias”, concluiu.

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