Vacinação contra brucelose é obrigatória no Acre e protege rebanho e saúde pública

Foto: Leônidas Badaró/Secom

Foto: Leônidas Badaró

Começou no Acre a campanha de vacinação contra a brucelose, doença que atinge bovinos e bubalinos, mas que também pode ser transmitida ao ser humano por meio do consumo de carne e leite contaminados. A iniciativa é coordenada pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Acre (IDAF) e tem caráter obrigatório para todas as bezerras de 3 a 8 meses de idade.

A ação será realizada em duas etapas: a primeira vai de 1º de abril a 30 de junho, e a segunda de 1º de outubro a 31 de dezembro. O objetivo é garantir a imunização de fêmeas ainda jovens, evitando a disseminação da doença no rebanho e protegendo a produção pecuária do estado.

Segundo técnicos do IDAF, a vacinação é fundamental para manter a credibilidade sanitária do Acre e fortalecer a pecuária local. Sem a cobertura vacinal adequada, produtores podem enfrentar riscos como queda na produtividade, prejuízos financeiros e até barreiras de mercado.

Além da questão econômica, a campanha também tem impacto direto na saúde pública, já que a brucelose é uma zoonose que pode afetar famílias rurais e consumidores. A doença causa febre, dores e pode trazer complicações quando não tratada.

A recomendação é que os produtores procurem assistência técnica e estejam atentos às datas da campanha. O não cumprimento da obrigatoriedade pode gerar penalidades, além de colocar em risco a cadeia produtiva.

Com a vacinação, o Acre reforça seu compromisso com a pecuária segura e sustentável, protegendo tanto os rebanhos quanto a população.

Compartilhar