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A safra de pupunha já mudou o cenário de ruas, feiras livres e mercados públicos de Rio Branco, onde o fruto passou a ser amplamente comercializado em bancas improvisadas e pontos tradicionais de venda. Em plena colheita, o produto aparece com maior oferta, atraindo consumidores e movimentando a economia popular na capital acreana.
Os preços praticados variam entre R$ 20 e R$ 35, dependendo do tamanho do fruto, da qualidade e do local de comercialização. Em áreas mais periféricas e feiras de bairro, o valor tende a ser mais acessível, enquanto pontos mais centrais registram preços mais elevados, reflexo da procura e dos custos de venda.
Tradicional na alimentação amazônica, a pupunha é consumida principalmente cozida e faz parte do cotidiano de muitas famílias durante o período de safra. Para os produtores, especialmente da agricultura familiar, este é um dos momentos mais importantes do ano, quando o fruto representa uma fonte significativa de renda complementar.
A presença intensa da pupunha nas ruas evidencia a conexão direta entre o campo e a cidade, reforçando o papel da produção local no abastecimento urbano. A safra segue como um marco sazonal da economia acreana, impulsionando pequenos produtores e mantendo viva uma tradição alimentar fortemente enraizada na região.
