Rio Branco, Acre - quarta-feira, 30 setembro, 2026

Rio Branco ocupa 18º lugar no Norte em ranking que mede funcionamento da máquina pública

gm9EHYeWdexIvUFK0V0IJtqUFtOWoTl76EvOlTA2-7H-RIT8UC4iFlsRhWLjo9xxCz4cd4JTVf3is9r-z_gS-JovZA7nCmCp4w03SYwR5L9QzQ47ZfuYce12G7109gj9bZUiXawOyyD-VMZBew-5JPIcejY0F90M32_SbERJoyYpP6dqLoZLe14bhKaZIDDC

Levantamento considera desde os gastos administrativos e legislativos até transparência, qualificação dos servidores e tempo necessário para abrir uma empresa

O tamanho da estrutura administrativa, quanto ela custa e a capacidade de uma prefeitura de funcionar de forma eficiente também entram na conta quando o assunto é competitividade. Nesse recorte, Rio Branco aparece na 18ª posição entre os municípios da Região Norte avaliados pelo Ranking de Competitividade dos Municípios 2026. Cruzeiro do Sul ocupa o 24º lugar.

Quando a comparação é ampliada para o país, a capital acreana ocupa a 168ª posição no pilar **Funcionamento da Máquina Pública**, enquanto Cruzeiro do Sul aparece em 278º. Entre os dois municípios do Acre incluídos no levantamento, Rio Branco tem o melhor resultado.

A avaliação vai além do dinheiro gasto para manter a estrutura das prefeituras. São considerados seis pontos: custo da função administrativa, custo do Legislativo municipal, qualidade das informações contábeis e fiscais, tempo para abertura de empresas, qualificação dos servidores e transparência municipal.

Na prática, o levantamento tenta medir quanto a burocracia e a própria estrutura do poder público pesam sobre o funcionamento das cidades e se as administrações conseguem transformar essa estrutura em capacidade de gestão.

No Norte, Manaus aparece na primeira posição nesse quesito e ocupa o 37º lugar nacional. Bragança, no Pará, vem em seguida, na 46ª colocação brasileira, enquanto Paragominas, também no Pará, ocupa a terceira posição regional e a 47ª no país.

O **Funcionamento da Máquina Pública** faz parte da dimensão Instituições e responde por 9,3% da composição do Ranking de Competitividade dos Municípios. O estudo é elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com pesquisa técnica da Gove Digital.

Nesta edição, houve ainda uma mudança importante na avaliação da transparência. O ranking passou a utilizar dados do Radar Nacional da Transparência Pública, substituindo a Escala Brasil Transparente 360º, da Controladoria-Geral da União (CGU), que estava sem atualização havia mais de cinco anos. Por isso, o próprio levantamento alerta que variações nesse indicador em relação a edições anteriores não devem ser interpretadas, sozinhas, como avanço ou piora da gestão municipal.

Compartilhar