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A combinação de seca, altas temperaturas e chuvas irregulares comprometeu o desempenho das lavouras de cana-de-açúcar no país. Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produtividade média nacional caiu 3,8%, refletindo os efeitos da restrição hídrica registrada desde 2024. O fenômeno climático afetou especialmente as regiões Sudeste e Norte, onde a rebrota e o desenvolvimento das plantas foram prejudicados.
A produção total estimada de 666,4 milhões de toneladas representa uma redução de 1,6% em relação à safra anterior. Mesmo com o aumento de área plantada, o clima adverso foi determinante para a queda. A persistência de períodos de estiagem, associada a incêndios pontuais em lavouras paulistas e mineiras, preocupa o setor e reforça a necessidade de práticas de irrigação e manejo adaptadas às novas condições ambientais.
