Porto Acre adota novos CEPs por logradouro e encerra uso do código único em seis meses

Foto: Internet 

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A cidade de Porto Acre passa a contar, oficialmente, com uma nova organização postal. Desde a última quinta-feira, 27, cada rua, avenida, praça e travessa do município ganhou um CEP próprio, substituindo o código genérico 69927-000, que por décadas identificou toda a cidade de forma única. A nova faixa, que vai de 69927-000 a 69927-999, já pode ser consultada no site dos Correios e diretamente na agência local.

A mudança representa um avanço prático e simbólico. Na rotina dos moradores, a identificação individual melhora a localização dos endereços, facilita entregas, agiliza cadastros e dá mais precisão em serviços que dependem da confirmação de residência — de compras online a procedimentos bancários. Os Correios recomendam que cada morador atualize seus dados nas empresas onde mantém cadastro, embora os sistemas integrados ao banco de dados postal passem pela atualização automática.

O processo de cepeamento foi concluído este mês, em parceria com a Prefeitura de Porto Acre. Com isso, o município se torna o segundo do Acre a receber CEPs por logradouro — antes, apenas Rio Branco tinha essa organização. A iniciativa integra o projeto dos Correios para levar a codificação individualizada aos 22 municípios do estado, começando pelo interior: primeiro Bujari, agora Porto Acre, e, ao longo dos próximos meses, os demais.

A superintendente estadual dos Correios, Heirivanda Maia, destaca que o envolvimento das gestões municipais é decisivo para acelerar essa modernização. “Estamos acionando todos os municípios e pedimos que prefeitos ou secretarias respondam às nossas solicitações. Com esse apoio, conseguimos agilizar o processo. Essa mudança traz cidadania, inclusão e facilita o acesso a serviços”, afirma.

Com a nova estrutura postal, os Correios também reorganizam seus fluxos internos para melhorar a triagem, o transporte e a distribuição das correspondências. A modernização reforça a atuação da empresa pública como agente de integração nacional, aproximando comunidades e ampliando o alcance dos serviços essenciais — especialmente no interior da Amazônia, onde o endereço certo faz toda a diferença. (Com informações da assessoria)

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