Rio Branco, Acre - quinta-feira, 24 setembro, 2026

Polícia Penal realiza 13ª fase da Operação Mute em Presídios do Acre

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Em uma ação de abrangência nacional, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), por meio da Diretoria de Inteligência Penitenciária (DIPEN), e executada de forma integrada pela Polícia Penal do Acre, foi realizada, entre os dias 21 e 25 de setembro, a 13ª fase da Operação MUTE. A iniciativa tem como foco o enfrentamento às comunicações ilícitas no interior dos estabelecimentos Penais e o fortalecimento da segurança no Sistema Penal

A operação busca identificar e apreender aparelhos celulares e outros materiais ilícitos encontrados nas Unidades Penais, restringindo a utilização desses meios para a comunicação entre pessoas privadas de liberdade e integrantes de organizações criminosas no ambiente externo.

De acordo com o chefe da Divisão de Estabelecimento Penal de Cruzeiro do Sul, Rogério Mesquita, a ação é fundamental para impedir que aparelhos celulares sejam utilizados por detentos para manter contatos externos e articular atividades ilícitas a partir das Unidades Penais.

No Acre, as atividades foram realizadas em estabelecimentos Penais localizados nos municípios de Senador Guiomard, Rio Branco, Sena Madureira e Cruzeiro do Sul. A 13ª fase foi encerrada nesta quinta-feira, 24, na Unidade Penal Manoel Neri da Silva, em Cruzeiro do Sul.

“Esta operação demonstra a importância da atuação integrada e orientada pela inteligência no fortalecimento da Segurança do Sistema Penal. A Polícia Penal do Acre segue alinhada às ações de âmbito nacional, contribuindo para o enfrentamento das comunicações proibidas dentro das Unidades Penais e para o aprimoramento dos mecanismos de controle e fiscalização. Nosso compromisso é atuar de forma responsável e permanente para fortalecer a segurança e a ordem na segurança pública acreana”, destacou o presidente do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e da Polícia Penal do Acre, Leandro Rocha.

Durante a operação, foram apreendidos 12 aparelhos celulares, além de chips de operadoras, carregadores, fones de ouvido, substâncias ilícitas e materiais artesanais proibidos, entre eles estoques e “teresas” — cordas improvisadas confeccionadas com lençóis amarrados e outros tecidos.

A mobilização contou com a participação da Polícia Penal do Acre, incluindo suas forças especializadas, e com o apoio da ABIN, em conformidade com as diretrizes estabelecidas para a operação em âmbito nacional.

A atuação integrada, associada ao emprego da inteligência Penal, fortalece as ações de fiscalização e controle desenvolvidas no Sistema Penal Acreano e amplia a capacidade institucional de identificar vulnerabilidades, interromper comunicações ilícitas e preservar a segurança e a ordem nos Estabelecimentos Penais. (Ascom/ IAPEN – PPAC)

        

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