Rio Branco, Acre - quarta-feira, 25 fevereiro, 2026

Pianista Amilton Godoy e gaitista Gabriel Grossi expõem herança de Villa-Lobos em álbum com músicas de Tom Jobim, Guinga, Johnny Alf e Egberto Gismonti

Pianista Amilton Godoy e gaitista Gabriel Grossi expõem herança de Villa-Lobos em álbum com músicas de Tom Jobim, Guinga, Johnny Alf e Egberto Gismonti

O pianista Amilton Godoy (à esquerda) e o gaitista Gabriel Grossi lançam o álbum ‘Os filhos de Villa’ em 5 de março
Babi Lorencini / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pianista fundador do Zimbo Trio, um dos grupos referenciais da era áurea do samba-jazz na década de 1960, Amilton Godoy faz 85 anos na próxima segunda-feira, 2 de março. A celebração acontece três dias depois com a edição em 5 de março do álbum “Os filhos de Villa”, produzido, arranjado e assinado por Godoy com o gaitista Gabriel Grossi.
Ao longo de nove faixas instrumentais, Godoy e Grossi celebram a herança e o legado de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959), tocando temas de compositores influenciados pela música deste compositor e maestro carioca que se tornou o nome mais importante da música erudita brasileira no século XX.
Entre temas autorais dos próprios Amilton Godoy (“Choro”) e Gabriel Grossi (“De coração”), os músicos transitam no álbum por temas de autoproclamados herdeiros musicais de Villa-Lobos como Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) – de quem tocam “Garota de Ipanema” (1962) e “Chovendo na roseira” (1973) – e Guinga (“Choro pro Zé”, de 1993).
Os músicos também abordam músicas de Egberto Gismonti (“Loro”) e do violonista Paulinho Nogueira (1929 – 2003), de cuja obra Godoy e Grossi recriam “Bachianinha nº 1” (1965).
Com capa que expõe arte dos designers Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara, do Tranquilo Studio, o álbum “Os filhos de Villa” chega ao mercado em edição digital e no formato físico de LP.
Capa do álbum ‘Os filhos de Villa’, de Amilton Godoy e Gabriel Grossi
Arte de Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara

Fonte: G1

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