Licitação para construção da nova UPA de quase R$ 15 milhões é lançada em Rio Branco

Foto: Ilustrativa/ Internet 

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A população da parte alta de Rio Branco deve ganhar uma nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O edital de licitação para contratação da empresa responsável pela obra foi publicado na última segunda-feira, 1, pela Secretaria Adjunta de Compras, Licitações e Contratos (Selic), a pedido da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O valor estimado é de R$ 14,8 milhões.

A nova UPA será construída no bairro Placas e deve reforçar a rede de urgência e emergência da capital. O edital traz o projeto básico da obra, os custos previstos e um modelo de contrato. O documento pode ser consultado no portal Compras.gov.br e também no site oficial de licitações do Acre.

O processo será realizado em sessão pública pela internet. As empresas interessadas precisam estar cadastradas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) e no sistema de compras do governo federal. Durante a disputa, os lances aparecem em tempo real, mas sem identificação dos participantes.

O edital estabelece critérios rígidos para habilitação: só poderão concorrer empresas com experiência comprovada em engenharia e construção. Ficam de fora aquelas com punições ativas, em falência ou envolvidas em casos de trabalho infantil ou análogo à escravidão.

Hoje, Rio Branco conta com três UPAs em funcionamento: Franco Silva, no bairro Sobral; a unidade do 2º Distrito, considerada a maior do Acre; e a UPA da Cidade do Povo, construída para atender a população do conjunto habitacional e comunidades vizinhas. Todas essas unidades recebem diariamente centenas de pacientes e são referência em atendimentos clínicos, pediátricos, traumáticos e odontológicos.

Com a futura construção da UPA da Parte Alta, a capital passará a ter quatro unidades integradas ao sistema público de saúde, ampliando a capacidade de atendimento em uma área que cresce rapidamente e concentra milhares de moradores.

A expectativa é que a nova estrutura contribua para reduzir a sobrecarga das unidades já existentes e garanta mais agilidade no atendimento às famílias que dependem exclusivamente do serviço público de saúde.

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