FOTO: WHIDY MELO
“Ano passado tivemos um déficit de R$ 50 milhões de reais. Arrecadamos R$ 1,128 bilhões com gastos de pessoal, incluindo aumentos e manutenções. Este ano temos um problema sério que é uma contribuição extra para dar ao RBPrev, que saiu de 10,5% para 17,5%. Por essa razão, seria inviável atender às exigências dos manifestantes”. A frase é do prefeito Tião Bocalom (PL) ao justificar os motivos do Executivo não conceder reposição salarial aos servidores municipais.
A decisão da prefeitura causou revolta entre os servidores, que acusam o prefeito de descumprir promessa feita as categorias durante as tratativas sobre o tema.
O presidente da Associação dos Servidores Municipais de Rio Branco (Assemurb), José Augusto, garantiu que os servidores não desistirão do reajuste e da recomposição dos planos nacionais. “Merecemos um reajuste da prefeitura. Atualmente, a Prefeitura não cumpre nem com os pisos nacionais, nem com a reposição salarial. O prefeito Bocalom e sua equipe estão totalmente intransigentes, mas continuaremos aqui”, declarou.
