Rio Branco, Acre - quarta-feira, 25 fevereiro, 2026

INQUÉRITO CONCLUSO

Por Marcela Jansen

INQUÉRITO CONCLUSO

O processo que investiga o maior desvios de recursos públicos da história do Acre, está na mesa da ministra Nancy Andrighy e a qualquer hora podemos ter um desfecho sobre o futuro do governador Gladson Cameli (PP). Isso porque o Ministério Público Federal (MPF) concluiu toda a investigação e se aguarda somente o veredicto da ministra. A chance de Camelí ficar inelegível, – e até preso pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude à licitação -, é bem real. Sua participação no processo eleitoral de 2026 parece distante no momento.

DECLINANDO DA DISPUTA

Como já mencionado pela coluna, nas rodas de conversa circula os rumores de que o governador Gladson Camelí teria sinalizado para uma possível aposentadoria.

INELEGÍVEL NAO, ‘APOSENTADO’!

Na realidade, a “aposentadoria” de Gladson está condicionada a decisão da ministra Nancy Andrighy. Se ficar inelegível acaba as chances de concorrer ao Senado Federal no próximo ano.

REELEIÇÃO

Nos bastidores da politica acreana ventilou-se a possibilidade da deputada federal Socorro Neri (PP) concorrer ao Senado Federal nas eleições de 2026. Antes que os rumores ganhassem mais força, a progressista tratou logo de desmentir. Garante que a prioridade é o seu mandato no Congresso Nacional e vai trabalhar pela sua reeleição.

NA DISPUTA

Tudo caminha para que o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, dispute uma vaga na Câmara Federal em 2026. Quando perguntado, ele nega, mas pessoas próximas ao gestor já sinalizaram que o rumor é mais real do que se imagina.

DISPUTA ACIRRADA

O MDB será uma das legendas com chapa forte na disputa aos cargos da Aleac, com parlamentares com densidade eleitoral expressiva. Podemos esperar nessa composição os deputados estaduais Tanízio Sá e Antônia Sales, em busca da reeleição; além deles, os vereadores Éber Machado e Neném Almeida, e o ex-prefeito Marcus Alexandre.

CANOA FURADA?

Após cinco pesquisas nacionais desde janeiro, atestando a queda vertiginosa da popularidade do presidente Lula (PT) e a reprovação impactante do jeito petista de governar, aliados já discutem a possibilidade de desembarcar do que eles classificam como “canoa furada”.

PULANDO DO BARCO

A mídia nacional já aponta que PSD, Republicanos e União Brasil, de olho em 2026, também avaliam devolver seus micro-ministérios e desistir da ‘parceria’.

É GRANA

Entre os dias sete e 21 de fevereiro, o governo Lula conseguiu a proeza de torrar sem piedade quase R$38 milhões em viagens, aponta o Portal da Transparência. Em 2024, os gastos com diárias e passagens totalizaram R$2,2 bilhões, próximos dos R$ 2,3 bilhões de 2023.

Até a próxima, leitor!

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