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Uma idosa de 77 anos foi localizada na tarde da última quinta-feira (25) em uma área de mata às margens da Estrada Transacreana, em Rio Branco, após passar mais de 24 horas desaparecida. A mulher havia saído de casa, na véspera de Natal, para ir a uma padaria e não conseguiu retornar.
Moradora da região da Baixada da Sobral, a idosa foi encontrada por uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Acre, consciente, porém apresentando sinais de hipotermia. Segundo a corporação, ela estava deitada no chão, em meio à vegetação, com extremidades frias e quadro de debilidade física.
As buscas foram intensificadas após relatos de testemunhas que afirmaram ter visto a idosa circulando por diferentes bairros da capital ao longo do dia. Informações indicavam que ela havia sido vista nas proximidades do centro comercial da cidade e, posteriormente, seguindo em direção à região da Transacreana.
A operação de resgate foi conduzida por uma guarnição do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros, que adentrou a área de mata após receber as últimas indicações sobre o possível trajeto percorrido pela idosa. No local, os militares prestaram os primeiros atendimentos, utilizaram manta térmica para aquecê-la e a encaminharam ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Após o resgate, a mulher foi levada ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde passou por avaliação médica, exames clínicos e monitoramento de sinais vitais. Como medida de precaução, também foi submetida a exames complementares para descartar qualquer outro tipo de intercorrência.
De acordo com familiares, a idosa não possui histórico anterior de desaparecimento ou desorientação prolongada. Ela vive sozinha, mas recebe visitas frequentes dos filhos, que residem em bairros próximos e mantêm acompanhamento diário de sua rotina.
Após receber alta médica, a família decidiu que a idosa não voltará a morar sozinha. A partir de agora, ela ficará sob os cuidados diretos dos filhos, como forma de prevenir novos episódios semelhantes.
O caso reacende o alerta sobre os riscos enfrentados por idosos que vivem sozinhos e a importância do acompanhamento contínuo, especialmente em períodos de maior movimentação urbana e mudanças de rotina, como datas festivas. (Com informações G1)
