Foto: Assis Lima/MTur
O Acre figura na 23ª colocação no pilar Solidez Fiscal do Ranking de Competitividade dos Estados 2025, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O resultado representa uma leve melhora em relação ao ano anterior, quando o estado aparecia em 24º lugar, mas ainda mantém o Acre distante dos estados que lideram o equilíbrio das contas públicas no país.
A avaliação considera indicadores como solvência fiscal, resultado primário, gasto com pessoal, taxa de investimentos, índice de liquidez, sucesso no planejamento orçamentário e dependência fiscal. O desempenho de cada estado reflete dados fiscais de 2024 e mostra a capacidade de gerir receitas, despesas e investimentos de forma sustentável.
Apesar do avanço de uma posição, o Acre segue em situação delicada. O resultado revela que, embora haja esforços de ajuste, o estado ainda enfrenta dificuldades para se aproximar dos líderes nacionais em gestão fiscal.
Embora o Estado ainda figure na parte inferior do ranking, há quatro estados em situação pior. O Rio de Janeiro aparece na 24ª colocação, seguido por Minas Gerais (25º), Rio Grande do Norte (26º) e, em último lugar, o Rio Grande do Sul (27º).
Esses estados enfrentam desafios graves de endividamento e desequilíbrios orçamentários, o que reforça a importância da solidez fiscal como fator de competitividade.
Top 10: Espírito Santo consolida liderança, Maranhão surpreende
No ranking de 2025, o Espírito Santo se manteve como referência nacional em solidez fiscal, consolidando a 1ª colocação. O destaque, porém, foi o Maranhão, que saltou do 20º lugar em 2024 para a 2ª posição neste ano, tornando-se uma surpresa positiva no cenário fiscal brasileiro.
O Mato Grosso ocupa a 3ª colocação, seguido por Sergipe (4º) e Goiás (5º). Completam o top 10 os estados de Santa Catarina (6º), Amazonas (7º), Roraima (8º), Bahia (9º) e Pará (10º).
Esse grupo de estados, cada um em seu contexto, conseguiu manter contas equilibradas, reduzir níveis de endividamento e preservar capacidade de investimento, o que os coloca entre as referências nacionais em gestão fiscal.
