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O governo da Venezuela declarou estado de emergência interno neste sábado (3) após a declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que forças americanas teriam realizado uma ofensiva militar no país. Em nota oficial, Caracas condenou o que classificou como “agressão militar dos Estados Unidos”, mas não confirmou a suposta captura do presidente Nicolás Maduro nem de sua esposa, Cilia Flores.
A declaração do estado de emergência amplia o clima de tensão e autoriza o governo venezuelano a adotar medidas excepcionais de segurança e controle interno. O conteúdo da nota não detalha ações militares em curso nem reconhece qualquer retirada do presidente do território nacional, contrariando a versão apresentada por Trump.
Segundo o governo venezuelano, a prioridade é a defesa da soberania nacional diante do que chamou de ataque estrangeiro. Até o momento, não houve apresentação de provas, imagens ou registros oficiais que confirmem a operação anunciada pelos Estados Unidos.
Do lado americano, também não houve pronunciamento formal da Casa Branca ou do Pentágono detalhando a suposta ofensiva. Trump afirmou que mais informações serão divulgadas em uma coletiva de imprensa marcada para este sábado, em Mar-a-Lago, na Flórida.
Enquanto versões conflitantes circulam no cenário internacional, a declaração de estado de emergência reforça a gravidade do episódio e mantém o mundo em alerta sobre os próximos desdobramentos da crise entre Washington e Caracas.
