Rio Branco, Acre - quarta-feira, 11 março, 2026

Fábio Araújo cobra explicações sobre demissão de trabalhadores da Ricco

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

A denúncia sobre a demissão de trabalhadores do transporte coletivo de Rio Branco após manifestações por atraso de salários foi levada ao plenário da Câmara Municipal nesta semana. Durante a sessão na terça-feira, 10, o vereador Fábio Araújo afirmou que ex-motoristas da empresa Rico Transportes procuraram o Legislativo para relatar a situação e pedir apoio dos parlamentares.

Segundo o vereador, os trabalhadores teriam sido desligados após protestarem contra atrasos no pagamento dos salários, além de reivindicarem a regularização de direitos trabalhistas, como depósitos do FGTS e o pagamento do auxílio-alimentação. Parte desses ex-funcionários esteve presente na Câmara durante a sessão e busca uma reunião com os vereadores para expor o que classificam como descontentamento com a empresa.

Ao comentar o caso, Fábio Araújo afirmou que a situação precisa ser esclarecida e que o Legislativo deve acompanhar de perto as denúncias envolvendo o sistema de transporte público da capital. “Os trabalhadores vieram até esta Casa relatar atraso de salário, falta de FGTS e do auxílio-alimentação. Eles pedem que a Câmara escute o que está acontecendo e ajude a buscar uma solução para esse problema”, afirmou.

O vereador também destacou que o tema se soma a outros problemas já discutidos na Câmara sobre o transporte coletivo em Rio Branco, incluindo a falta de informações sobre relatórios operacionais e financeiros da empresa responsável pelo serviço. “O transporte público já enfrenta uma série de dificuldades, e agora chegam relatos graves envolvendo os próprios trabalhadores do sistema”, acrescentou.

Diante das denúncias apresentadas, Araújo defendeu que a empresa seja chamada a prestar esclarecimentos e que o debate ocorra de forma transparente, com a participação dos trabalhadores e dos órgãos responsáveis pela fiscalização do transporte público na capital. “É importante que tudo seja esclarecido com transparência, ouvindo tanto a empresa quanto os trabalhadores”, concluiu.

Compartilhar