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O senador Alan Rick, pré-candidato ao Governo do Acre, esteve na Assembleia Legislativa nesta terça-feira, 5, onde reforçou o compromisso de manter diálogo com os deputados estaduais e apresentou um balanço das ações do seu mandato no Senado Federal.
Durante a visita, Alan classificou o momento como uma retribuição às agendas institucionais realizadas em Brasília e destacou a importância da relação entre os poderes. “O Acre é uma terra de diálogo. Nosso mandato está à disposição da Assembleia e das grandes causas do nosso estado”, afirmou.
Ao comentar o cenário político, o senador reconheceu a vantagem nas pesquisas, mas adotou tom cauteloso. Segundo ele, os números refletem apenas o momento atual. “Recebo com humildade e pé no chão. Pesquisa é fotografia do momento, e o nosso foco é continuar apresentando propostas e ouvindo a população”, disse.
Entre os principais desafios apontados, Alan Rick enfatizou problemas estruturais do estado, especialmente nas áreas de saúde, educação e saneamento. “Precisamos enfrentar questões reais do Acre, como uma educação que ainda ocupa posições baixas nos rankings nacionais e uma saúde que atenda de fato a população”, destacou.
O senador também defendeu medidas como descentralização de recursos, com programas como “dinheiro direto na escola” e “dinheiro direto no hospital”, além da ampliação de parcerias com unidades de saúde de outros estados para qualificação de profissionais e atendimento especializado.
Um dos momentos mais marcantes da fala foi ao relatar o caso de uma criança que, após tratamento fora do estado, enfrentou complicações ao retornar ao Acre. O episódio foi citado como exemplo das falhas no sistema de saúde local. “São situações que mostram o quanto ainda precisamos avançar para garantir atendimento adequado à população”, pontuou.
Sobre o cenário eleitoral, Alan Rick afirmou que trabalha para vencer ainda no primeiro turno, mas sinalizou abertura para apoios em uma eventual segunda etapa da disputa. “Quem quiser contribuir será bem-vindo. O governador precisa governar para todos”, declarou.
O pré-candidato também criticou dificuldades na execução de recursos federais destinados ao estado e defendeu uma gestão mais eficiente. “Muitas vezes há recursos disponíveis, mas falta capacidade de execução. É isso que precisa mudar”, afirmou.
Encerrando a agenda, o senador reforçou que pretende manter uma campanha baseada no contato direto com a população. “É ouvindo as pessoas, andando nas ruas e entendendo os problemas que a gente constrói soluções de verdade”, concluiu.
