Caso Orelha: Manifestação no Acre cobra justiça em caso de morte de cão

Foto: Lucas Thadeu

Foto: Lucas Thadeu

Um protesto realizado na manhã deste domingo (1º), em Rio Branco, reuniu defensores da causa animal em frente ao Palácio Rio Branco, sede do governo estadual, para pedir justiça pela morte do cão comunitário conhecido como Orelha, ocorrida em uma praia de Florianópolis (SC).

O ato foi organizado pela Associação Patinha Carente e contou com a presença de manifestantes portando cartazes e acompanhados de animais de estimação. O grupo cobrou rigor na apuração do caso e reforçou a necessidade de maior proteção legal aos animais.

O cão Orelha não resistiu às agressões sofridas e, devido à gravidade dos ferimentos, passou por procedimento veterinário que resultou em sua morte. O caso teve ampla repercussão nacional e gerou mobilização em diversas cidades do país.

As investigações apontam a participação de quatro adolescentes, que seguem sendo acompanhados pelas autoridades competentes. Dois deles haviam viajado ao exterior, mas retornaram ao Brasil na última semana em razão do andamento do processo investigativo.

Entre os participantes do protesto em Rio Branco estava a agente comunitária Ivaldina Lopes, que compareceu ao ato acompanhada do neto, Luiz Fernando, de seis anos. Segundo ela, a decisão de participar da mobilização surgiu após tomar conhecimento do caso por meio das redes sociais.

A manifestação no Acre integrou uma série de atos realizados em diferentes regiões do país no mesmo dia. Em São Paulo, manifestantes se concentraram na Avenida Paulista, enquanto cidades do Paraná, como Curitiba e Toledo, também registraram mobilizações promovidas por protetores independentes e organizações da sociedade civil.

Os atos tiveram como principal objetivo cobrar responsabilização dos envolvidos e reforçar o debate sobre o combate à violência contra animais no Brasil.

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