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A safra 2025/26 de cana-de-açúcar revela um cenário de contrastes regionais. No Centro-Oeste, o aumento de 6% na área colhida e o investimento em tecnologia compensaram a leve queda de produtividade, elevando a produção a 151 milhões de toneladas. Já o Sul do país surpreendeu com alta de 7,7%, impulsionada por chuvas mais regulares e condições climáticas mais equilibradas.
Em sentido oposto, o Sudeste — responsável por mais de 60% da cana do país — enfrenta uma retração de 4,4% na colheita, reflexo da seca e do calor excessivo. São Paulo, maior produtor nacional, registrou perdas significativas. O Norte também sente o impacto das irregularidades de chuva, com redução na produção mesmo diante da ampliação da área cultivada.
