Foto: Portal Correio online
O cheiro do beiju quentinho e da goma fresca se mistura ao barulho das conversas e risadas no Horto Florestal. Entre os estandes montados para o Festival da Macaxeira e do Agronegócio, um em especial chama atenção pelo movimento constante e pelo sorriso simples de quem ama o que faz. É o espaço do agricultor familiar Arezildo Cássio Peledo, que participa pela segunda vez do evento e comemora o sucesso nas vendas.
“Tá muito boa a venda. Tudo o que eu trouxe está saindo bem”, diz, orgulhoso, enquanto arruma os pacotes de farinha e os doces típicos que produziu com as próprias mãos. Arezildo veio com uma variedade de produtos que representam o melhor da produção artesanal acreana: beiju, pé de moleque, goma e farinha, todos feitos de forma tradicional e com a experiência de mais de cinco anos de trabalho no campo.

Participante também da edição anterior, ele destaca que o festival tem se tornado uma vitrine importante para quem vive da terra. “Todo evento tá muito bom. As vendas tão boas, é um sucesso”, reforça. Para ele, o espaço do agronegócio é uma oportunidade de mostrar a força e a qualidade dos produtos locais, além de aproximar o público urbano da realidade do produtor rural.
Mesmo quando o festival termina, Arezildo segue mantendo o contato com os clientes. “Entrego um panfleto com meu número, pra quem quiser comprar depois”, explica. O plano, ele brinca, é simples: “Sair daqui sem levar nada — só o dinheiro.”
O Festival da Macaxeira e do Agronegócio segue até este domingo (5), reunindo produtores, empreendedores e visitantes em uma celebração da cultura alimentar e da força da agricultura familiar do Acre.
