Foto: Correio online
Após destacar a valorização do homem do campo como ponto de partida da gestão, o secretário de Estado de Agricultura, José Luiz Tchê, detalhou as ações práticas adotadas pela pasta para transformar essa visão em resultados. Em entrevista ao Correio Em Prosa, ele afirmou que a presença do Estado no campo precisou vir acompanhada de estrutura. “Não adianta discurso bonito se a máquina não chega”, resumiu.
Entre as medidas citadas estão o envio de equipamentos para comunidades que passaram anos sem qualquer atendimento. “Tem lugar que fazia 30, 40 anos que uma máquina não entrava. Quando chega, a realidade muda na hora”, afirmou o secretário.
Tchê explicou que a atuação direta permitiu identificar gargalos que travavam a produção. “Estrada ruim, área degradada, falta de equipamento… isso não aparece em relatório, aparece quando você pisa na propriedade”, disse.
Segundo ele, a prioridade foi evitar entraves burocráticos. “O produtor não merece ser atrapalhado por papelada ou demora. Ele precisa produzir, porque é ele que coloca comida na mesa”, afirmou.
As ações, conforme explicou, fazem parte de uma estratégia para devolver confiança ao produtor e garantir que a política pública chegue de forma concreta a quem vive da terra.
