Acreano Pedro Antunes conquista visibilidade no automobilismo nacional

Piloto acreano é destaque no campeonato paulista. Foto Fernando SantosAssessoria FVee

Desde muito pequeno, ele deu sinais de interesse pelo esporte automotivo e atualmente Pedro Antunes, com apenas 17 anos, está ganhando visibilidade no automobilismo nacional.

Alcançando a sexta vitória na última etapa do Campeonato Paulista da Fórmula FVee, realizada no domingo, 18, na pista de Interlagos, em São Paulo (SP), Pedro é líder absoluto da categoria júnior e está em terceiro lugar na competição geral, disputada com pilotos de todas as idades.

Rogério, o pai, conta como tudo começou: “Quando ele tinha dois anos, comprei um carrinho elétrico na Bolívia, entreguei pra ele e saí para trabalhar. Quando voltei, já estava fazendo manobras e foi aí que percebi que o menino tinha futuro”.

Também presidente do Clube de Kart do Acre, Rogério Antunes acompanha o filho em todas as competições e também gerencia sua carreira. “Meu pai sempre investiu muito em mim”, confirma o piloto.

Incentivo do governo

Por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE), Pedro recebe apoio do governo do Acre com o custeio das passagens aéreas para sua participação nas etapas da FVee, em São Paulo.

O secretário de Educação, Aberson Carvalho, afirma que o próprio governador Gladson Cameli autorizou o suporte ao atleta. “É muito importante que o Estado garanta a esse jovem competitividade na área automobilística. Ficamos muito felizes com os resultados e estamos na torcida, confiantes de que no fim do ano ele traga o título nacional para o nosso estado”, encoraja Carvalho.

Pedro conta também com o patrocínio de duas empresas locais. Porém, os recursos ainda são insuficientes para todas os gastos. “Temos despesas com taxa de inscrição, estadia, alimentação e aluguel do carro, entre outras”, contabiliza o pai.

“Eu tenho o sonho de chegar à Fórmula 1 e sei que é possível, porque muitos pilotos da FVee chegaram ao topo do automobilismo brasileiro”, afirma Pedro Antunes.

(Por Andreia Nobre/Secom)

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